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Transferência de Tecnologia

 

 

 PLANO DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA

Maria Carolina Quartim Elias-Sabbaga, Coordenadora

Vanessa Rioli Pesquisadora Associada

Fábio Groff Pesquisador Associado

Ana Marisa Chudzinski  Pesquisadora Associada

 INICIATIVA PRÉVIA, PROVISORIEDADE E DIFICULDADE 

 

O projeto CATcepid  encabeçou uma iniciativa de simplificação dos procedimentos para proteção intelectual e transferência de tecnologia em instituições governamentais, como o Instituto Butantan que é filiado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Esta iniciativa foi uma excelente experiência de aprendizado para todos os pesquisadores líderes envolvidos no projeto. Mas, encontrou dificuldades intransponíveis por causa da falta de política a respeito das propriedades intelectuais em diversas instituições públicas, o Instituto Butantan dentre elas. Consequentemente não se chegaram a elaborar planos de trabalho para desenvolver estas inovações das patentes de moléculas, originadas da parceria entre o CAT/CEPID e o consórcio de indústrias farmacêuticas. Contudo, estas limitações institucionais foram recentemente superadas porque o Decreto governamental # 56.569/2010 atribuiu ao Instituto Butantan o estatuto de ICTESP. Sob este novo status, o Instituto Butantan organizou um NIT (Núcleo de Inovação Tecnológica) e estabeleceu orientações para lidar com transferência de tecnologia.

 

A MAIORIDADE DA TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA

 

As primeiras tentativas do CATcepid para lidar com spinoffs tecnológicos de pesquisa científica trilhou um processo de aprendizado entre os pesquisadores de projetos que progressivamente criou, em casa, uma cultura de inovação. Na verdade, o desenvolvimento de patentes que foram prematuramente licenciadas para indústrias farmacêuticas teve o seu processo continuado, objetivando alcançar provas firmes de conceito ou ensaios pré-clínicos. Várias destas moléculas patenteadas exibem atividades analgésicas, atividades antitumorais e remodelação do tecido.

Hoje em dia, os pesquisadores principais deste novo Centro estão muito melhor preparados para lidar com spinoffs tecnológicos, da pesquisa científica da casa, do que há 10 anos atrás. Os pesquisadores também estão cientes de que a transferência de tecnologia para empresas comerciais públicas e privadas requer mediação feita por profissionais especializados. Esse tipo de operação deve ser conduzida por um escritório institucional com experiência nesta negociação; felizmente, o Instituto Butantan, atualmente, tem um escritório (NIT) focado nas propriedades intelectuais geradas no Instituto Butantan. Por outro lado, os pesquisadores também aprenderam que os inventores de inovação devem ser suficientemente experientes para acompanhar ativamente e, eventualmente, participar em ações de proteção da propriedade intelectual, patenteamento e  licenciamento de patentes.

 

CURSOS DE FORMAÇÃO PRESENTES E FUTUROS

 

Ana Marisa Chudzinski-Tavassi e Yara Cury organizaram uma disciplina formal sobre "Desenvolvimento de moléculas com potencial valor terapêutico" dentro do Programa de Pós-Graduação em Toxinologia do Instituto Butantan. Esta disciplina foi a primeira de seu tipo em São Paulo, ou até mesmo no Brasil, e os resultados foram excelentes, especialmente por causa da colaboração de profissionais da empresa privada durante o curso.

 

No ano passado, Ana Marisa Chudzinski-Tavassi propôs um curso de MBA no Instituto Butantan, chamado “Gestão de inovação em saúde”, um curso semi-presencial utilizando o método de aprendizagem baseado em problemas, aulas presenciais e videoconferências, chats e jogos. O curso tem duração de 18 meses, cobertos por 3 ciclos (Propriedade intelectual, Processos e Produtos, Gestão de projetos e empreendedorismo. O objetivo para este MBA é formar profissionais capazes de fazer a conexão entre setores produtivos e acadêmicos, entre indústrias e escritórios regulatórios, Academia e escritórios de advocacia, etc. A intenção de ambas as iniciativas foi ser um teste piloto objetivando a cursos de capacitação que serão oferecidos aos nossos pesquisadores e estudantes de doutorado e, também, para profissionais de fora.

 

INICIATIVAS PRESENTES E FUTURAS EM TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA

 

Experiências passadas habilitaram os nossos Pesquisadores Principais a manter em andamento casos interessantes de transferência de tecnologia envolvendo patentes específicas: a) Amblyomin e Lopap com, respectivamente, as empresas União Química e Biolab, ambas sob Ana Marisa Chudzinski-Tavassi. Hoje em dia o projeto Amblyomin recebeu bolsas do BNDES para ensaios pré-clínicos e também para o desenvolvimento de um processo industrial; b) ENPAK com Biolab e sob Yara Cury; c) adjuvante vetor Sílica (SBA-15) com a indústria Cristália, sob Osvaldo A. Sant'Anna; d) Fator imunossupressor do veneno de Lachesis muta com a industria Cristália e sob a coordenação de Denise Tambourgi.

 

 

Além disso, temos agora exemplos de transferência eficiente entre nossos laboratórios e as seções industriais do Instituto Butantan: a) Osvaldo A. Sant'Anna está supervisionando a aplicação do vetor Silica adjuvante (SBA-15) na Produção de soros antiveneno e, também, no desenvolvimento de vacinas orais e b) Inácio Junqueira de Azevedo sequenciou genomas de bactérias importantes na produção de vacinas.

 

Levando em conta a nossa experiência anterior resumida acima, a transferência de tecnologia do CETICs pretende trabalhar da seguinte forma:

i. A infra-estrutura do Centro compreende laboratórios avançados para a investigação científica (transcriptômica, proteômica, biologia celular molecular e biologia de Zebrafish) e laboratórios de desenvolvimento biotecnológico operando sob BPL (produção de proteínas recombinantes, síntese de peptídeos, bioensaios celulares e animais). Esta infra-estrutura foi projetada para promover um fluxo virtuoso de: promissores resultados científicos _ desenvolvimento tecnológico _ transferência de tecnologia.

ii. Vários de nossos subprojetos produzirão assim também resultados científicos promissores para o desenvolvimento tecnológico, que serão analisados em teste de provas de conceito para inovações aplicadas. Somente inovações com resultados robustos de prova de conceito serão considerados para a transferência de tecnologia.

 

As prioridades para a transferência de tecnologia serão: em primeiro lugar, seções industriais do Instituto Butantan e, segundo, o público externo ou indústrias privadas. Licenciamento de patentes ou outras formas de parceria com empresas externas seguirão as orientações do Instituto Butantan para a transferência de tecnologia, tendo também em conta as cláusulas do contrato entre a FAPESP e o Instituto Butantan. Além disso, os direitos dos inventores serão protegidos de acordo com a Lei de Inovação.

 

tech-transfer

 

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1-PATENTS APPLICATIONS

 

Process

Title

Deposit date

Inventors

INPI-BR 10 2013 027648 0 A2

POLYNUCLEOTIDE, POLYPEPTIDE WITH IMMUNOSUPPRESSIVE ACTIVITY, EXPRESSION CASSETTE, EXPRESSION VECTOR, HOST CELL, PHARMACEUTICAL COMPOSITION, METHODS FOR PRODUCING A POLIPEPTIDE WITH IMMUNOSUPPRESSIVE ACTIVITY AND TO PREVENT OR TO TREAT CONDITIONS THAT NEED IMMUNOSUPPRESSION, AND, USE OF A POLIPEPTIDE

2013

DENISE V. TAMBOURGI / GISELLE PIDDE QUEIROZ / OSVALDO AUGUSTO BRAZIL ESTEVES SANT'ANNA / FÁBIO CARLOS MAGNOLI / OGARI DE CASTRO PACHECO

INPI-BR 10 2013 031043 3 A2

USE OF CHEMICALS ABLE TO INHIBIT THE TOXIC ACTION OF SFINGOMIELINASE DERIVATIVES AND THE PHARMACEUTICAL COMPOSITION COMPRISING THE REFERRED COMPOUNDS

2013

DENISE VILARINHO TAMBOURGI / PRISCILA HESS LOPES / MARIO TYAGO MURAKAMI / RUTE MARIA GONÇALVES DE ANDRADE

China (CN101511861), Índia (IN256624), Hong Kong (HK1135406), Canadá (CA2657338), Coreia (PI0602885-3) e Japão (JP5635771)

TnP - Thalassophryne nattereri peptIde

China (24.04.2013), Índia (09.07.2013), Hong Kong (19.09.2013), Canadá (22.10.2013), Coreia (28.01.2014) e Japão (18.11.2014)

Mônica Valdyrce dos Anjos Lopes Ferreira / Carla Lima da Silva / Daniel Carvalho Pimenta / Kátia da Conceição / Marilene Demasi   / Fernanda Calheta Vieira Portaro

INPI-BR 10 2016 017666 2

"COMPOSITION, AND, USE OF A PEPTIDE".

2016

MARIA CAROLINA QUARTIM BARBOSA ELIAS SABBAGA e CHRISTIANE BEZERRA DE ARAUJO

INPI # BR

BR 10 2016 023153 1

Usage of Crotalphine in neurodegenerative diseases (MMM/PN006536)

2016

GISELE PICOLO AND YARA CURY

INPI # BR 102017005783-6

Sculpitin

2017

ASIF IQBAL, MAURICIO BARBUGIANI GOLDFEDER AND ANA MARISA CHUDZINSKI-TAVASSI

 

2- SOFTWARES

 

Softwares

Information

Signaling Network Simulator (SigNetSim)

User-friendly, web-based tool that allows the design and simulation of kinetic models of cell signaling networks. SigNetSim was coded in Python, is free software under the AGPL license and can be downloaded at: https://github.com/vincent-noel/SigNetSim;

Cell Cycle Duration (CeCyD)

Web-based tool to estimate the duration of each cell cycle phases.

Amalgam of Repositories and Tools for Identification of Signaling Networks. (ARTISiN)

This is an under development platform, whose objective is to integrate omics repositories (e.g. CeTICSdb) and tools for modeling of cell signaling networks (e.g. SigNetSim) through a multi-agent system.

 

3-  DATABASE

 

CeTICS database (CeTICSdb): a web-based repository to provide storage and integration of low and high-throughput, heterogeneous omics data. CeTICSdb has a hierarchical access control to ensure privacy and different levels of data security. This repository, which was also coded in Python and also is available under the AGPL license, can be accessed at: http://cetics.butantan.gov.br/ceticsdb.

 

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